"Estou, Luísa? Emprestas-me a tua máquina?"
É a sorte de ter bons vizinhos.

Infelizmente, os mais comuns, mais baratos e os menos saudáveis, corresponde a galinhas criadas em gaiolas como na imagem. Este tipo de ovos é produzido por galinhas que passam toda a sua vida adulta numa gaiola. As dimensões das gaiolas estão definidas pela norma, correspondendo a 550 cm2 por animal (imagina uma galinha numa folha de papel). As condições de iluminação são modificadas para criar nas galinhas a ilusão de que há mais horas de Sol e, portanto, fazer com que tenham uma maior produtividade. A dimensão dos pavilhões é muito variável, em Portugal existem pavilhões que alojam entre 2.000 e 90.000 galinhas por níveis.
Este número indica que as galinhas são criadas no solo. Portanto, os animais não estão encerrados em gaiolas, mas todos juntos num extenso galinheiro. A densidade de galinhas é de aproximadamente 10 animais por metro quadrado (imagina 10 galinhas no capô de um carro pequeno) e sem possibilidade de sair para o exterior. Neste código e no código 3 o bico das galinhas é cortado, uma vez que a situação de stress (devido às suas condições de vida) fazem-nas ter comportamentos anormais, como atacar-se umas às outras, canibalismo ou auto-mutilações.
Significa que as galinhas são criadas “ao ar livre”. Têm um espaço interior, de condições similares ao código 2, onde pernoitam ou se abrigam quando o tempo apresenta condições meteorológicas adversas. Mas também têm um espaço exterior, ao ar livre, adaptado às suas necessidades (solo, bebedouros, etc), com uma densidade mínima de 4 m2 por animal, isto é, 40 vezes maior do que no código 2.
Já terminei o ninho! Usei algum pregos que sobram dos móveis do Sr. Ikea para fechar o telhado. Não sei porquê, sobram sempre peças naqueles móveis :) . Cortei com o alicate a cabeça dos pregos e bati tudo à face, para pendurar a obra vou usar um camarão (nome técnico para este parafuso com a argola). Amanhã vou para Amarante terminar o que já devia ter feito, as podas nas oliveiras. Vou por o primeiro ninho no topo de uma oliveira virado a Nascente. Fiz alguns furos na frente para colocar ramos de árvore a fazer de poleiro, acho que vai dar um ar mais natural. Não vou fazer qualquer tratamento na madeira para não afugentar os pássaros. Vou tirar as fotos para depois mostrar como ficaram instalados.
A minha prima Paulinha guardou no Natal uma caixa de vinho em madeira para poder transformar em ninho. Não há nada como a família andar atenta ao nosso blog e alinhar nas maluqueiras que vamos postando aqui. Em Dezembro escrevi sobre Ninhos com caixa de vinhos e hoje vou fazer aqui a fotonovela sobre o assunto. A caixa não precisa de ser de 1997, qualquer outro ano dá para fazer um ninho :), Sr. Ferreira desculpe mas diga adeus à sua caixa... Hehehe!
2 - Com uns restos de um contraplacado já cortei um telhado e vou preparar o buraco para a entrada. Estas caixas de Porto têm uma lateral deslizante, vou tentar manter essa lateral móvel para poder ter acesso ao interior do ninho no futuro. O objectivo é poder limpar o ninho no futuro, porque é comum os pássaros abandonarem os ninhos quando não conseguem remover ovos que não tenham chocado.
(fim da primeira parte) .. to be continued ...
Afinal não plantamos a feijoa junto da cerca a fazer de sebe, ficou junto do muro de entrada para o olival. Desta vez protegemos a planta com uma rede, vamos ver se vai sobreviver às investidas das cabras.
"O salgueiro pega de estaca