domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Os ninhos nas árvores
Lá estão eles, em choupos velhos que seguram as vinhas em forcado. Vou rondar os ninhos nas próximas semanas para ver se ganho inquilinos.
terça-feira, 15 de março de 2011
Cenoura branca e papricas da Hungria
Quando a minha colega Barbara veio para Portugal trabalhar, fez-me uma pergunta que eu não soube responder, onde podia comprar cenoura branca para fazer sopa.
Na altura ri e perguntei se não era engano o que queria, podia estar a confundir o legume, porque em Portugal nunca tinha visto cenouras sem serem cor-de-laranja.
Respondeu que essa cenoura tinha um sabor mais amargo que a laranja (holandesa) e era uma mistura de nabo, cenoura e frutos secos.
- Vou-te trazer da Hungria sementes para a tua quinta, e assim já posso fazer a minha sopa!


Dito e feito, recebi hoje a prenda especial, cenouras e papricas (pimentões), os originais da Hungria.
Obrigado Barbi!!!
Na altura ri e perguntei se não era engano o que queria, podia estar a confundir o legume, porque em Portugal nunca tinha visto cenouras sem serem cor-de-laranja.
Respondeu que essa cenoura tinha um sabor mais amargo que a laranja (holandesa) e era uma mistura de nabo, cenoura e frutos secos.
- Vou-te trazer da Hungria sementes para a tua quinta, e assim já posso fazer a minha sopa!
Dito e feito, recebi hoje a prenda especial, cenouras e papricas (pimentões), os originais da Hungria.
Obrigado Barbi!!!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Tomate e Feijão fast-food
Vou deixar aqui a minha receita de fast-food preferida para 2 pessoas:1 lata de Backed Beans Heinz aquecida
4 ovos mexidos
4 fatias de bacon grelhadas
Acompanhar com salada e pão torrado no prato.
Referencio esta marca de feijões em lata simplesmente porque todo o tomate utilizado pela Heinz, em produtos comercializados no sul da Europa, é tomate produzido em Portugal.
Exportamos através da Sugal para Inglaterra e Japão altíssima qualidade em concentrados de tomate, razão pela qual nos escolheram para produzir e fornecer esta matéria prima deliciosa.
Ilustração de Georgina Luck
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culinária
Esta luta dá-me um gozo!!
Quando a cabeça não tem juízo E tu não sabes mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deixa´ó pagar deixa´ó pagar
Se tu estás a gostar
Deixa´ó sofrer deixa´ó sofrer
Se isso te dá prazer
Deixa´ó cantar deixa´ó cantar
Se tu estás a gostar...
Deixa´ó beijar deixa´ó beijar
Se tu estás a gostar
Deixa´ó gritar deixa´ó gritar
Se tu estás a libertar.
(António Variações - O Corpo é que paga)

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tarefas
sexta-feira, 11 de março de 2011
A horta na cama
Depois de ler algumas revistas inglesas da especialidade e ver o blog da Maria José (Horta da Patela), inspirei-me o meu próximo projecto de bricolage, camas subidas para hortas. Tudo o que seja para facilitar a vida e nos deixe mais tempo livre para podermos fazer ainda mais coisas que gostamos é de partilhar e publicitar.Estas camas têm várias vantagens para a organização e produtividade, podem ser construídas em pedra ou madeira sem ser necessário perceber muito de ferramentas e trabalhos manuais.
Ficam aqui apenas algumas vantagens destas camas subidas:
- São pequenos talhões que podemos controlar com mais facilidade a composição e enriquecimento do solo, especialmente quando apenas temos solos fracos no nosso terreno.
-As camas como são estruturas subidas aquecem o solo mais rapidamente na Primavera o que nos deixa acelerar os cultivos.
- Elimina a compactação de solos pois cria zonas de circulação e evita que se esteja sempre a cavar e a "arejar" a zona de cultivo.
- Melhor drenagem
-Facilidade de criar estufas com a ajuda das paredes laterais das camas.
-Baratas, pois podem utilizar madeiras recicladas sem tratamentos.
Para quem lê inglês vejam este bom post sobre o assunto e as fotos de um excelente exemplo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Um sábado de limpezas
Já não pegava na roçadora à algum tempo, desta vez estive a limpar mato junto da casa, numa área onde temos muitas Austrálias. Estas árvores são consideradas invasoras em Portugal e lentamente vou as combater e eliminá-las das Mogas. Na luta de sábado tive uma baixa, a meio da manhã fiquei sem máquina... Pifou!
"Estou, Luísa? Emprestas-me a tua máquina?"
É a sorte de ter bons vizinhos.
"Estou, Luísa? Emprestas-me a tua máquina?"
É a sorte de ter bons vizinhos.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
O nosso salgueiro
Agora que a flor está ao rubro para a família Salicaceae, do género Salix, é mais fácil identificar estas árvores. Mesmo assim não consigo dizer a espécie. Esta não tem um grande porte, fica perto da casa e dá um espectáculo mesmo bonito com as suas flores.


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salgueiros
sábado, 5 de março de 2011
Saber ler um ovo
Acho que é muito importante sabermos de onde vêm os nossos alimentos, sou daqueles que quando vou ou supermercado gosto de perder o meu tempo a ler rótulos e a esmiuçar as composições das coisas. Quem não tem paciência para o meu estilo de shopping é a Antónia, diz que sou pior que as senhoras a escolher sapatos. :)
Pouca gente sabe ler um ovo e os códigos que nos indicam a qualidade de vida do animal que o produziu. Sejam informados e ensinem a ler, para no futuro fazermos as escolhas correctas!

Sistema de gaiolas não melhoradas ou convencionais (Código 3)
Infelizmente, os mais comuns, mais baratos e os menos saudáveis, corresponde a galinhas criadas em gaiolas como na imagem. Este tipo de ovos é produzido por galinhas que passam toda a sua vida adulta numa gaiola. As dimensões das gaiolas estão definidas pela norma, correspondendo a 550 cm2 por animal (imagina uma galinha numa folha de papel). As condições de iluminação são modificadas para criar nas galinhas a ilusão de que há mais horas de Sol e, portanto, fazer com que tenham uma maior produtividade. A dimensão dos pavilhões é muito variável, em Portugal existem pavilhões que alojam entre 2.000 e 90.000 galinhas por níveis.
Produção no solo (Código 2)
Este número indica que as galinhas são criadas no solo. Portanto, os animais não estão encerrados em gaiolas, mas todos juntos num extenso galinheiro. A densidade de galinhas é de aproximadamente 10 animais por metro quadrado (imagina 10 galinhas no capô de um carro pequeno) e sem possibilidade de sair para o exterior. Neste código e no código 3 o bico das galinhas é cortado, uma vez que a situação de stress (devido às suas condições de vida) fazem-nas ter comportamentos anormais, como atacar-se umas às outras, canibalismo ou auto-mutilações.
Produção ao ar livre (Código 1)
Significa que as galinhas são criadas “ao ar livre”. Têm um espaço interior, de condições similares ao código 2, onde pernoitam ou se abrigam quando o tempo apresenta condições meteorológicas adversas. Mas também têm um espaço exterior, ao ar livre, adaptado às suas necessidades (solo, bebedouros, etc), com uma densidade mínima de 4 m2 por animal, isto é, 40 vezes maior do que no código 2.
Modo Biológico (Código 0)
Corresponde à situação onde as galinhas, estando nas mesmas condições do código 1, beneficiam de uma alimentação diferente que procede maioritariamente da agricultura biológica (a ração também está regulada). A diferença de preço entre ovos de código 1 ou 0 e ovos de código 2 ou 3 não é maior de um euro para meia dúzia de ovos.
Boas omeletes!
Pouca gente sabe ler um ovo e os códigos que nos indicam a qualidade de vida do animal que o produziu. Sejam informados e ensinem a ler, para no futuro fazermos as escolhas correctas!
Sistema de gaiolas não melhoradas ou convencionais (Código 3)
Infelizmente, os mais comuns, mais baratos e os menos saudáveis, corresponde a galinhas criadas em gaiolas como na imagem. Este tipo de ovos é produzido por galinhas que passam toda a sua vida adulta numa gaiola. As dimensões das gaiolas estão definidas pela norma, correspondendo a 550 cm2 por animal (imagina uma galinha numa folha de papel). As condições de iluminação são modificadas para criar nas galinhas a ilusão de que há mais horas de Sol e, portanto, fazer com que tenham uma maior produtividade. A dimensão dos pavilhões é muito variável, em Portugal existem pavilhões que alojam entre 2.000 e 90.000 galinhas por níveis.Produção no solo (Código 2)
Este número indica que as galinhas são criadas no solo. Portanto, os animais não estão encerrados em gaiolas, mas todos juntos num extenso galinheiro. A densidade de galinhas é de aproximadamente 10 animais por metro quadrado (imagina 10 galinhas no capô de um carro pequeno) e sem possibilidade de sair para o exterior. Neste código e no código 3 o bico das galinhas é cortado, uma vez que a situação de stress (devido às suas condições de vida) fazem-nas ter comportamentos anormais, como atacar-se umas às outras, canibalismo ou auto-mutilações.Produção ao ar livre (Código 1)
Significa que as galinhas são criadas “ao ar livre”. Têm um espaço interior, de condições similares ao código 2, onde pernoitam ou se abrigam quando o tempo apresenta condições meteorológicas adversas. Mas também têm um espaço exterior, ao ar livre, adaptado às suas necessidades (solo, bebedouros, etc), com uma densidade mínima de 4 m2 por animal, isto é, 40 vezes maior do que no código 2.Modo Biológico (Código 0)
Corresponde à situação onde as galinhas, estando nas mesmas condições do código 1, beneficiam de uma alimentação diferente que procede maioritariamente da agricultura biológica (a ração também está regulada). A diferença de preço entre ovos de código 1 ou 0 e ovos de código 2 ou 3 não é maior de um euro para meia dúzia de ovos.
Boas omeletes!
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