domingo, 26 de fevereiro de 2012

BioFach 2012 - Um passeio na Alemanha

Estive com os meus amigos Rafaéis (o da Cavaleira e o do Lameiro) na feira de produtos biológicos de Nuremberga, a BioFach 2012.

O objectivo da feira foi comprido, ver o que se produz de melhor no mundo biológico, saber como o Shiitake é representado noutros países e adaptar as nossas produções para a exportação de um produto singular no comércio biológico. Os Italianos e Franceses muito fortes nos vinhos, azeites e aromáticas, Alemães e Austríacos nos lacticínios e transformados.

Um fim de semana sempre a caminhar e a provar produtos de todo o mundo (alguns portugueses também).
Mundo prepara-te, Portugal vai atacar!!!
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

21 Terça.


"Lua nova às 22 h e 35 minutos a 6 graus em Peixes. Água ou nuvens. Fazem-se ainda plantações de árvores de fruteiras e de estacas, para porta enxertos e pé franco. Enxertar pereiras, macieiras e outras árvores semelhantes. Plantar loureiros, murtas; transplantar laranjeiras, limoeiros, álamos e ciprestes. Fazer calagem nos laranjais.

- Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado nem bom celeiro."

O Seringador 2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Karin Somers - a cerâmista da Aboadela

A vida surpreende-me tantas vezes e leva-me sempre ao encontro das pessoas que preciso de encontrar.
Como ajudei a dar a Oficina dos cogumelos tive a oportunidade de conhecer toda a gente do grupo, entre elas a Karin da Aboadela.
Já tinha sido convidado para ir ao Museu Amadeu Sousa Cardoso ver uma exposição da Karin, mas na altura não pude.

Então depois da oficina falamos sobre olaria, barro, fornos Anagama e possíveis projectos depois de montar a minha tão desejada olaria. Ter na terra uma ceramista deste gabarito é de aproveitar...

Mais um lembrete para não esquecer o Oleiro que tenho dentro de mim!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Portada velha vira mesa


Todos compramos no Ikea móveis baratos e jeitosos, mas a verdade é que o design sueco carece do toque quente que tanto caracteriza a nossa cultura. Por isso meti mãos à obra para substituir o tampo da nossa mesa de sala Melltorp.
A ideia seria manter a estrutura das pernas metálicas que custaram perto de 20€ e substituir o tampo de melanina por algo rústico. Num passeio pela Cavaleira encontrei uma antiga portada (que já tinha sido vermelha) e que encaixava perfeitamente no meu projecto e na cor das minhas cadeiras de sala. A vizinha não se importa que... Obrigado Luísa!

1º Fase - Cortei a portada com uma serra circular para as arestas ficarem perfeitas. O nosso amigo Pedro Praça encontrou uma carpintaria que me fez o corte de graça.
Deixei o tampo um pouco mais longo que o tampo original do Ikea, mas podem sempre seguir as dimensões da mesa original.

2º Fase - Limpar bem o tampo do serrim e dar um tratamento contra o bicho da madeira. Uma lata de litro em qualquer hipermercado custa 12€ e evitamos no futuro de ter serrim no tapete da sala sem saber de onde vem. Aplicar em lugar arejado e deixar a madeira ao sol para o cheiro do produto desaparecer. Depois de seco aplicamos "óleo de teca" ou envernizamos para impermeabilizar e evitar que a madeira absorva qualquer coisa que seja entornado sobre ela. Eu optei pelo óleo para manter a pátina da madeira velha.


3º Fase - Montar o tampo nas pernas metálicas com os mesmos parafusos que vinham na mesa do Ikea. Decorar e marcar jantar com os amigos na porta ... Desculpem, na mesa nova. :)





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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Amarante, capital do cogumelo.



Esta reportagem surge numa altura em que Amarante começa a tornar-se na capital nacional do cogumelo. A exploração é do Pedro Catão e o projeto da Associação de Agricultores de Riba Douro, a associação com que as Mogas tem trabalhado.
Creio que estamos todos de parabéns por demonstrarmos que existe outras formas de ver a situação actual em que o país se encontra.

Toca a pôr as sacholas em riste!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Que rico Frade! - macrolepiota procera

Quando se sabe de cogumelos e não temos dúvidas sobre a família, género e espécie temos o prazer de nos deliciar com pequenas maravilhas selvagens.


Na semana passada o nosso vizinho apanhou nas Mogas um Frade, também conhecido por Santieiro, Choteiro ou Tortulho. Por estes lados de Portugal até à Galiza este é o cogumelo comestível mais comum e mais fácil de identificar. Mas atenção ao amadorismo, nunca tente adquirir pela Internet o talento de apanhar cogumelos selvagens. É importante aprender ao vivo numa boa caminhada, com alguém experiente, porque a fotografia nunca mostra toda a morfologia nem revela as verdadeiras cores destes deliciosos presentes da natureza.

Reino: Fungi
Filo: Basidiomycota
Classe: Basidiomycetes
Ordem: Agaricales
Família: Lepiotaceae
Género: Macrolepiota
Espécie: Macrolepiota procera

(continua...)

domingo, 8 de janeiro de 2012

Com jeitinho as coisas ganham forma.

Já colocámos os primeiros troncos inoculados no telheiro.
Nesta fase ainda se encontram em incubação e podem estar empilhados como na imagem. Vão ser cobertos com a tela para proteger de qualquer geada e manter uma temperatura mais constante.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A rua da Cavaleira já tem pavimento.

Finalmente a nossa rua já tem pavimento!!
Acabaram os solavancos, a lama e a poeirada no Verão. A obra foi feita no prazo previsto e com muito profissionalismo, um trabalho de profissionais.
Vamos aproveitar as máquinas estarem no terreno para colocarmos também o cubo de granito no nosso acesso até à casa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O Arnaldo e o Guerra cortaram as vinhas velhas.

Antes do final do ano tomamos a decisão de cortar todas as vinhas que ladeavam as leiras, para reestruturar e reorganizar o vinho da casa através de um projeto VITIS. Eram vinhas velhas de vinho verde tinto que já não tinham condições para serem enxertadas ou para voltarem a produzir as 6 pipas (quase 4000 litros) do passado.

As vinhas como estavam abandonadas à muitos anos e não foram podadas durante esse tempo cresceram pelos Choupos que seguravam os arames da ramada. O resultado deste crescimento descontrolado traduziu-se em "muros" de parra que se misturavam até ao topo da copa das árvores. Queremos agradecer ao nosso amigo Arnaldo e ao Sr. Guerra pelo trabalho hercúleo que fizeram com a moto-serra e por terem conseguido puxar para o solo vinhas com mais de 25 metros de comprimento. Abraço amigos!!