



Obrigado a todos!












Finalmente o telheiro está limpo dos fardos de vime e do lixo. Vamos forrar o chão com tela e reparar as telhas partidas para podermos ter abrigo para o material agrícola no tempo de chuva.
"Nós acreditamos que há algo de mágico sobre as pessoas cozinharem para outras pessoas. É mais do que apenas combinar os ingredientes e seguir uma receita. Leva o amor, dedicação."

"Todos os nossos pratos são feitos à mão e nosso objetivo é cuidar dos nossos produtores também, pois são eles que fornecem a parte mais importante dos nossos pratos: os ingredientes."
Afinal a poda que dei a medo no marmeleiro funcionou e fortaleceu a frutificação.
Chegou a altura de colocar electricidade na casa, para podermos iniciar algumas reparações e preparar os troncos para a inoculação.
Temos um pessegueiro muito velho junto da casa que está carregado de fruta. Não se sabe quem o plantou, porque os antigos caseiros disseram-nos que este pessegueiro já estava nas Mogas quando se mudaram e isso indica que tenha mais de 25 anos.

A paixão pela cerâmica faz-me estar atento a todos os cacos coloridos que encontro pela quinta, alguns sem interesse, outros pequenos tesouros. Não precisei muito para encontrar informações sobre este pedaço de louça. Creio que todos os portugueses tiveram em casa da avó ou dos próprios pais uma peça Cavalinho, ou usando o termo técnico Cerâmica Motivo Estátua.
Este motivo é uma importação Inglesa e foi reproduzida por inúmeras fábricas ao longo do Sec.XIX e XX, mas creio que este pedaço não pertence à Fabrica de Sacavém pela falta de rigor na estampagem e pela cercadura se mais interna sem morder o rebordo do prato. Este pedaço deve pertencer à um serviço Cavalinho da Fábrica das Devesa em V. N. de Gaia mas é sempre complicado ter certezas.
Gosto de espreitar o blog da Madalena, porque a Panificadora Ribeiro é uma casa portuguesa concerteza. Receitas com pratos simples e muito bons, alguns já experimentados na nossa cozinha.
Vamos arrancar com a nossa produção de Shiitake em tronco no inicio de Outubro.
Uma visita de estudo, no âmbito da formação como jovem agricultor, deixou-me muito orgulhoso do nosso país.
Se gostavam de saber a incrível rentabilidade desta fruta por hectare e precisam de apoio e conselhos não deixem de contactar a PROSA, ou a associação de agricultores mais perto do vosso terreno.
Ser agricultor passa também por aprender a não cometer os erros do passado e a inovar com as ferramentas que temos à mão.
Um mês de loucos sem tempo para Internet, um mês de Agosto que não deu descanso ao corpo nem à mente. Mas abdicar de férias em troca de trabalho árduo deu bastantes frutos.
A retirada das pedras.

Como muito em breve vamos arrancar com a nossa produção de cogumelos, tínhamos de encontrar um parceiro de confiança para trabalhar no futuro, que nos pudesse ensinar as boas práticas sobre a matéria.
Todos estes sacos e grãos estão inoculados com o cogumelo que queremos produzir, para posteriormente colocarmos dentro de sacos de palha bem selados e no espaço de 15 dias os cogumelos começam a crescer. Assim que tiver algumas imagens eu partilho.
Na época das Caravelas, partiram alguns galegos para o México com um bocado de barro no bolso. Resultado?


A nossa lua-de-mel foi no México, no estado de Yucatán que é banhado pelo Golfo e é muito conhecido pelas pirâmides Mayas.
O meu primeiro orquidário...
Eu confirmei, o mesmo pé com todas estas variações...

E de repente pensamos nós...